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Qual é o preço da sua criatividade?

Qual é o preço da sua criatividade?

Se você acredita que essa pergunta é difícil, fica aqui comigo, porque tem algumas reflexões que nós, criativos, precisamos fazer.

Acordei hoje, lendo a postagem que o Jean Hansen, fez sobre precificação de serviços e olha, não poderia ter começado o dia melhor.

Poucas vezes, ouço profissionais, falando sobre o assunto, sem que tenham o foco apenas na formação de custos e ele, através de exemplos, deixou claro sua excelente linha de raciocínio.

Precificar um trabalho criativo, vai muito além da matemática. Em finanças, consideramos sim, todos os números envolvidos, para que se tenha um ponto de partida e entendermos qual é o valor mínimo, que devemos cobrar pelo nosso produto ou serviço.

Quem vai determinar o preço final é, a procura do seu público, sua disponibilidade e principalmente a exclusividade e diferencial da solução que você entrega.

Como costumo dizer, o céu é o limite para precificar algo.

Quando estudei sobre estratégias de negócios, vi que haviam apenas dois caminhos que uma marca poderia seguir, ou optam pelo preço baixo, ou pela diferenciação, dificilmente, conseguiremos ver um negócio com às duas estratégias simultaneamente.

Você considera que o que você oferece, é algo diferenciado, difícil de ser encontrado e que não pode ser copiado?

Ou acredita que sua ideia é mais do mesmo?

A criatividade é algo inatingível e imensurável eu sei, mas ela pode ser facilmente expressa através da sua entrega.

Quanto mais você colocar o seu borogodó para agir, mais seu produto se tornará diferente do que já encontramos por aí.

Gosto sempre de perguntar para os artistas que costumo trabalhar: seu produto está mais para arroz e feijão, ou se trata de uma iguaria rara?

Precisamos ter em mente, que quanto mais comum for nosso produto, mais barato ele deverá ser. O empreendedor que faz um commoditie, tem a tendência de oferecer tudo à (preço) baixo e fatura pelo volume vendido, o que pode muitas vezes, dificultar a viabilidade do negócio, pois muitos criativos não têm uma capacidade produtiva em escala.

Já, aqueles que optam, em oferecer produtos diferenciados, cheios de borogodó e com alta demanda, tendem a vender poucos produtos, com seu valor por hora acima da média, retornando lucro, com a venda de poucos itens ou poucas horas de dedicação por projeto.

No fim das contas, podemos dizer que quanto mais criatividade tivermos, melhor poderemos cobrar pela nossa entrega.

E aí, você acredita que vale à pena ou não despertar este borogodó que ainda não foi produtificado?

 

Transformação Criativa
Elisangela Baptista
Elisangela Baptista Seguir

Uma geminiana com ascendente em sagitário e lua em escorpião. Curiosidade é a minha "pilha" e minha motivação. Adoro viajar, me aventurar e conhecer pessoas e suas histórias. Sou defensora do movimento #empreendedorismoconsciente

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